29 Março, 2017      04:19 GMT +1 Luanda
Angola News


Bancos de Angola e do Brasil já efectuaram pagamentos em moeda chinesa

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Entidades bancárias de Angola e do Brasil já utilizaram o novo mecanismo de pagamento transfronteiriço em moeda chinesa, disse ao jornal Tribuna de Macau o gerente do departamento de instituições financeiras da sucursal em Macau do Banco da China.

Zhao Hao disse ainda que a rede de cooperação da sucursal em Macau do Banco da China com instituições bancárias de países de língua portuguesa não tem parado de crescer nos últimos anos e que essa tendência deverá manter-se no futuro, impulsionada pelo lançamento do sistema de liquidação de renminbi em tempo real por parte da Autoridade Monetária de Macau.

Aquele responsável recordou que a sucursal em Macau foi autorizada pelo Banco Popular da China, em 2015, a oferecer o novo serviço ao universo do sistema financeiro dos países de língua portuguesa.

Com este novo mecanismo, as autoridades chinesas pretendem fomentar a utilização internacional do renminbi e, paralelamente, “facilitar o comércio e as transacções entre a China e os países de língua portuguesa e latino-americanos.”

“Em 2015 fizemos o primeiro pagamento em renminbi de Angola para a China através de Macau e, em Abril deste ano, o primeiro do Brasil para a China”, adiantou Zhao Hao, sustentando que “isto mostra que Macau está a assumir um papel importante como plataforma de serviços comerciais entre a China e os países de língua portuguesa.”

O montante total de liquidação em renminbi em Macau atingiu 1,57 mil milhões de yuan em 2015, evidenciando um acréscimo de 22,8% relativamente a 2014, tendo o território ocupado o 9.º lugar no mundo, de acordo com dados apresentados por Zhao Hao no Brasil, onde se deslocou integrado numa delegação empresarial coordenada pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM).(Macauhub/AO/CN/BR/PT/MZ)

 

Sistema financeiro deve ser motor de desenvolvimento de Angola

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O sistema financeiro deve ser o motor do aumento da produção nacional em tempo de crise económica devido à queda internacional do preço do petróleo, disse sexta-feira em Luanda o governador do Banco Nacional de Angola (BNA).

Válter Filipe, que discursava na cerimónia de inauguração do Museu da Moeda, garantiu o país vai adequar o sistema financeiro às normas prudenciais e às novas práticas internacionais para repor a sua credibilidade e “torná-lo um instrumento estratégico para a prosperidade das famílias e das empresas nacionais.”

Citado pela agência noticiosa Angop, o governador disse ser esta a missão do BNA, por se entender que o petróleo não pode continuar a ser o produto estratégico, donde a necessidade do sistema financeiro angolano ser o motor para o aumento da produção nacional e para assim as famílias poderem constituir poupança a ser investida na economia.

O Museu da Moeda, empreendimento localizado na marginal de Luanda, ocupa uma área bruta de construção de 95 mil metros quadrados e dispõe de duas salas de exposição e diversas outras instalações. (Macauhub/AO)

 

Angola e Moçambique facilitam concessão de vistos

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O acordo para a introdução de facilidades na concessão de vistos ordinários aos cidadãos de Angola e de Moçambique vai aumentar a cooperação económica bilateral, disse domingo em Luanda o ministro das Relações Exteriores de Angola.

O ministro Georges Rebelo Pinto Chikoti, que hoje, segunda-feira, inicia uma visita oficial de três dias a Moçambique, adiantou que com o acordo assinado em Maputo em Fevereiro passado “os empresários e os angolanos e moçambicanos que queiram viajar para ambos os países têm a vida facilitada.”

O ministro, que se desloca a Moçambique a convite do seu congénere Oldemiro Baloi, disse que irá ainda manter outros encontros com equipas técnicas do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique.

Em análise estará a assinatura de um acordo no sector da energia e hidrocarbonetos, com Angola a ter já manifestado abertura para cooperar com Moçambique, país onde foram já descobertos depósitos de gás natural de grande dimensão. (Macauhub/AO/MZ)

 

Angolana Sonangol contracta empresa indiana para refinaria do Lobito

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A estatal Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) seleccionou a empresa Engineers India Limited (EIL) para fornecer serviços relacionados com a construção da refinaria do Lobito, informou em comunicado a empresa indiana.

A selecção de empresas proponentes e a revisão do banco de dados de exploração e produção da refinaria do Lobito pela Sonangol são algumas das responsabilidades atribuídas pela concessionária angolana à EIL, contracto de que se desconhece o valor.

A refinaria do Lobito, obra a ser implantado num terreno com 3800 hectares, deveria entrar em funcionamento em 2018, seis anos após o lançamento da primeira pedra, mas são já conhecidos alguns atrasos na sua construção.

Exigindo um investimento de 8 mil milhões de dólares à data do seu lançamento, a refinaria do Lobito terá uma capacidade diária de processamento de 200 mil barris de petróleo bruto extraído em Angola e uma produção de cerca de 10 milhões de toneladas por ano de gasolina sem chumbo, gasóleo, combustível de aviação (Jet A1), petróleo iluminante e gás de petróleo liquefeito.

Projectada para uma área de 3805 hectares, a refinaria do Lobito deveria estar concluída em 2018, embora sejam conhecidos vários atrasos na sua construção, depois de a primeira pedra ter sido lançada em 2012. (Macauhub/AO)

 

Cobalt International descobre mais gás em Angola

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20160506A norte-americana Cobalt International efectuou uma descoberta “significativa” de condensados e gás natural no poço de exploração Zalophus #1 no bloco 20 do mar de Angola, informou a empresa em comunicado.

Ao anunciar os resultados do primeiro trimestre de 2016 e ao fornecer uma actualização da actividade operacional, a Cobalt adianta tratar-se da terceira descoberta no Bloco 20 e a sexta no pré-sal angolano.

A empresa funciona actualmente como operadora no Bloco 20, com uma participação de 40%, em parceria com a Sonangol Pesquisa e Produção (30%) e a BP Exploration Angola (Kwanza Benguela) Limited (30%).

Esta participação, bem como uma outra de dimensão idêntica, foi vendida em Agosto de 2015 à estatal Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) aguardando as partes o encerramento do processo designado pela empresa norte-americana por “Transacção Angola.”

A plataforma de perfuração Petroserv Catarina está actualmente envolvida na realização de furos de prospecção no poço Golfinho #1, indicando os primeiros resultados potencial para a existência de mais condensados e gás natural.

A Cobalt International registou prejuízos de 30,8 milhões de dólares no decurso do primeiro trimestre de 2016, que compara com um prejuízo de 70,5 milhões de dólares no período homólogo de 2015. (Macauhub/AO)

 


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