01 Agosto, 2014      16:52 GMT +1 Luanda 24°C
Angola News


Novo regime cambial para o sector petrolífero em Angola começou a ter impacto positivo

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O novo regime cambial para o sector petrolífero, em vigor desde Julho, começou a ter impacto “positivo” no sector financeiro nacional, garantiu em Luanda o administrador do Banco Angolano de Investimentos (BAI) João Fonseca.

Nos últimos quatros meses houve um aumento “significativo de liquidez no sistema bancário” e as instituições financeiras angolanas estão em condições de fazer empréstimos à economia, apesar dos bancos continuarem cautelosos na concessão de crédito, afirmou João Fonseca, no decurso de um seminário sobre a transformação de petróleo e gás e o conteúdo local em Angola.

O administrador destacou, igualmente, que o processo de substituição da moeda norte-americana pela angolana na economia tem vindo a aumentar, com maior incidência para o crédito concedido pelos bancos em moeda estrangeira.

“O crédito em moeda estrangeira diminuiu de 64% em 2010 para 40,2% em Setembro de 2013, o que implica que a moeda angolana está a substituir a moeda norte-americana”, disse o administrador do BAI, citado pelo Jornal de Angola.

Dizendo que a desde que a lei entrou em vigor, verificou-se um crescimento de 11% do total dos depósitos, impulsionados principalmente pelos depósitos em moeda nacional, João Fonseca adiantou, tendo a volatilidade da taxa de câmbio deixado de existir.

“A taxa de câmbio já não é fixa, mas mantém um certo equilíbrio, o que é normal em qualquer economia desenvolvida”, disse o administrador do Banco Angolano de Investimentos. (macauhub)

 

Empresa sul-coreana constrói 2 plataformas petrolíferas para a angolana Sonangol

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20131108A Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering da Coreia do Sul está a construir duas plataformas de exploração petrolífera para a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), disse quinta-feira em Luanda um quadro da estatal angolana.

“As plataformas poderão operar em Angola e em qualquer ponto do mundo em que a Sonangol tenha interesses”, disse o engenheiro Paulo Fernandes, ao usar da palavra numa conferência sobre petróleo realizada na capital angolana, de acordo com a agência financeira Bloomberg.

Escusando-se a divulgar o custo das plataformas, Fernandes adiantou que entrarão em funcionamento em 2016.

Paulo Fernandes disse ainda que a Sonangol está a analisar a construção de uma base logística no sul de Angola, possivelmente no Lobito, onde está a ser construída uma refinaria com uma capacidade de processamento de 200 mil barris de petróleo por dia.

A Sonangol opera no Brasil, Gabão e Iraque, além de deter uma participação nos blocos em Angola, tendo os seus responsáveis anunciado em Fevereiro planos para investir 8,8 mil milhões de dólares em prospecção petrolífera na próxima década. (macauhub)

 

Fitch Ratings mantém notação de risco de Angola em “BB-“

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A agência Fitch Ratings manteve a notação de risco da dívida a longo prazo de Angola em “BB-“ com uma previsão positiva e manteve igualmente a de curto prazo em “B”, informou a agência em comunicado quinta-feira divulgado em Londres.

A confirmação das notações de risco deriva do facto de a dívida pública estar a decrescer desde 2010, ano em que atingiu 37% do PIB, caindo em 2012 para 25% e devendo encerrar 2013 com 24%, valor que é inferior à média dos países classificados com uma notação “BB” de 39,5% do PIB.

A Fitch Ratings adiantou que a tendência de queda da dívida pública de Angola deve manter-se nos próximos dois anos, devendo estar abaixo de 20% do produto em 2015.

O Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2014 deverá apresentar um défice de 4,9% do PIB, superior ao défice de 3,8% previsto para este ano, com a Fitch Ratings a afirmar que os projectos incluídos no documento deverão exceder a capacidade real de execução, pelo que as contas do Estado deverão manter-se equilibradas até 2015.

A inflação deverá manter-se este ano inferior a 10%, o que acontece pelo segundo ano consecutivo, reflectindo a estabilidade cambial da moeda angolana juntamente com uma política monetária mais consistente. (macauhub)

 

Governo de Angola aumenta controlo sobre investimentos públicos

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O governo de Angola vai aumentar o controlo sobre os investimentos públicos, condicionando a sua execução à apresentação de mapas trimestrais e obrigando à obtenção de financiamento antes do início das obras, de acordo com o disposto na proposta de lei de Orçamento de Estado para 2014.

No relatório que acompanha o Orçamento para 2014, afirma-se que a execução dos novos projectos fica sujeita a “disporem do financiamento assegurado na fonte orçamentada, terem os projectos executivos elaborados, terem os contratos assinados e homologados nos níveis correspondentes e terem elaborados os mapas de execução física e financeira.”

Para além deste “aperto” nas regras que norteiam os projectos de investimento público, o governo quer também proceder à “revisão do sistema de subsídios às empresas públicas, nomeadamente as prestadoras de serviço de água e electricidade, com vista à sua redução, com a promoção da sua eficiência” e rever o sistema de preços dos combustíveis derivados do petróleo bruto.

O Orçamento de Angola para 2014 prevê uma taxa de crescimento do PIB de 8%, quase 2 pontos percentuais acima do estimado pelo Fundo Monetário Internacional num relatório divulgado em Outubro passado (6,3%).

De acordo com o cenário macro-económico subjacente ao Orçamento Geral do Estado 2014, a economia angolana deve crescer, em termos reais, 8% no próximo ano, acelerando para 8,8% em 2015, um cenário mais optimista do que o antecipado pelo FMI, que no World Economic Outlook, divulgado a 8 de Outubro, previa um crescimento de 6,3%, revendo em baixa de um ponto percentual a previsão anterior, que datava de Abril. (macauhub)

 

Três centros do Fórum Macau em funcionamento até 2016

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O governo espera obter “resultados práticos” relativamente ao estabelecimento em Macau de três centros para promover a cooperação entre a China e os países de língua portuguesa até 2016, afirmou quarta-feira o secretário para a Economia e Finanças de Macau.

Francis Tam Pak Yuen comentava algumas das propostas apresentadas terça-feira pelo vice-primeiro-ministro chinês Wang Yang e constantes do plano de acção saído da 4ª Conferência Ministerial do Fórum Macau.

De acordo com o plano de acção, Macau ficou incumbido de organizar localmente feiras especializadas para os mercados de língua portuguesa, incentivando a participação dos governos e empresas dos países-membros no Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas.

O plano de acção propõe igualmente o estudo da criação em Macau do Centro de Distribuição dos Produtos Alimentares dos Países de Língua Portuguesa, bem como a promoção da Região Administrativa Especial como um dos locais de arbitragem para a resolução de eventuais conflitos decorrentes do comércio entre as empresas da China e dos Países de Língua Portuguesa.

À margem de um encontro empresarial promovido quarta-feira pelo Fórum Macau, Francis Tam não esclareceu se os centros vão ter uma estrutura formal, se está prevista a participação de empresas ou se a ideia é apenas conceptual.

“O governo vai desenvolver esforços, em coordenação com os serviços competentes do país, para avançar na criação dos três centros anunciados no âmbito do Fórum Macau”, disse o secretário para a Economia e Finanças de Macau.

Francis Tam adiantou dever poder apresentar resultados antes da próxima Conferência Ministerial do Fórum Macau, que terá lugar no território em 2016. (macauhub)

 


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