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Angola News


Empresas petrolíferas vão explorar pré-sal em Angola

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20131031Empresas petrolíferas a operar em Angola vão fazer prospecção de petróleo em depósitos que se situam no pré-sal, camada geológica nível geológico por baixo do fundo do mar, disse quarta-feira um quadro superior da estatal Sonangol.

Domingos Cunha disse à agência financeira Bloomberg que as empresas pretendem testar a teoria de que as costas de Angola e do Brasil, onde foram descobertos grandes depósitos no pré-sal, são uma espécie de espelho uma da outra.

“Os resultados que temos até agora mostram uma qualidade do petróleo semelhante em Angola e no Brasil”, disse aquele responsável.

Em 2007, a Petrobras anunciou que havia petróleo na camada pré-sal, a maior descoberta das últimas três décadas, com depósitos contendo 20 mil milhões de barris.

Mencionando investimentos que podem atingir 3 mil milhões de dólares apenas em 2014, Domingos Cunha mencionou a BP, Statoil ASA e a ConocoPhillips como algumas das empresas petrolíferas que vão tentar reproduzir o sucesso do Brasil.

Angola, o segundo maior produtor de petróleo em África, a seguir à Nigéria, com uma produção de 1,78 milhões de barris por dia em 2012, pretende passar a extrair 2 milhões de barris por dia até 2015, ultrapassando o seu mais directo concorrente africano. (macauhub)

 

Actividade em Angola responsável por 80% dos lucros do português Banco BPI

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A actividade do Banco de Fomento Angola foi responsável por mais de 80% dos lucros obtidos pelo português Banco BPI de Janeiro a Setembro, anunciou quarta-feira em Lisboa o presidente executivo da instituição financeira.

O Banco de Fomento Angola, maioritariamente detido pelo Banco BPI, é também participado também pela Unitel, empresa angolana de telecomunicações.

Ao longo dos nove primeiros meses do ano, o Banco BPI obteve um lucro de 72,7 milhões de euros, montante que representa uma quebra de 37,9% face ao resultado registado no período homólogo de 2012.

Fernando Ulrich disse a quebra nos lucros ficou a dever-se à descida da margem financeira e das comissões e a subida em 35,5 milhões de euros dos custos com juros pagos pelos instrumentos de dívida convertíveis em acções (as chamadas obrigações CoCo) subscritos pelo Estado. (macauhub)

 

Angola vai despender 500 milhões de dólares na melhoria de telecomunicações

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Angola está a despender 500 milhões de dólares na melhoria das telecomunicações sem fio em terra, no mar e no espaço a fim de atrair investimentos e diversificar a economia, muito dependente do petróleo, afirmou o director nacional de Telecomunicações.

Eduardo Sebastião disse à agência financeira Bloomberg que Angola está actualmente envolvida no lançamento de um satélite russo, com um custo de 300 milhões de dólares e lançamento previsto para 2017 e a construção de um cabo submarino de 200 milhões de dólares estabelecendo ligação ao Brasil.

“Queremos incentivar as empresas internacionais a juntarem-se às angolanas e estamos prontos para que os investidores definam as suas próprias estratégias”, disse o director de Telecomunicações, posição que pretende criar não só riqueza mas “bem-estar social, através do aumento do número de postos de trabalho”.

Eduardo Sebastião afirmou que os quatro operadores fixos, incluindo a estatal Angola Telecom e a MS Telecom, uma subsidiária da Sonangol EP, serão autorizados a competir com as operadoras móveis Unitel e Movicel na rede fixa e nos telemóveis.

As operadoras de Angola fazem actualmente parte de um consórcio chamado Cabo Angola e que vai operar os 6 mil quilómetros de cabo submarino de Luanda até Fortaleza, Brasil, sendo que as negociações estão em andamento para arranjar o financiamento, revelou Eduardo Sebastião.

Relativamente ao futuro satélite de telecomunicações, aquele responsável disse que a sua colocação em órbita ajudará Angola a proporcionar melhores ligações para a transmissão de grande volume de dados, ajudando, por exemplo, as empresas petrolíferas na prospecção e perfuração. (macauhub)

 

Produção de gás natural em Angola a 20% da capacidade

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20131030A produção de gás natural em Angola é actualmente de 20% da capacidade instalada devendo estar a funcionar em pleno apenas no final de 2014, disse em Luanda um quadro superior da estatal Sonangol.

À margem do Fórum Indústria de Angola, Paulo Fernandes acrescentou que o quinto carregamento de gás natural deverá ser preparado antes da suspensão da produção para a manutenção das instalações, situadas no Soyo, norte de Angola.

Paulo Fernandes acrescentou que apenas dois blocos, o 17, explorado pela francesa Total, e o 31, pela britânica BP, estão a canalizar gás para a unidade de processamento do Soyo.

Os problemas registados no arranque do projecto, que obrigaram a sucessivos adiamentos da saída do primeiro carregamento, que ocorreu somente em Junho passado para o Brasil, fazem com que a fábrica comece a operar na totalidade “provavelmente” no final de 2014.

Lançado em 2007 para aproveitar o gás natural resultante da exploração petrolífera, evitando a sua queima, o projecto Angola LNG reúne a Chevron (36,4%), Sonangol (22,8%), BP Exploration (13,6%), ENI (13,6%) e Total (13,6%) e representa um investimento de 10 mil milhões de dólares prevendo-se que tenha uma vida útil mínima de 30 anos. (macauhub)

 

Obras na central hidroeléctrica da Matala, Angola, concluídas em Dezembro de 2014

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As obras de modernização da central hidroeléctrica da Matala, 180 quilómetros a leste da cidade do Lubango, província da Huíla, em curso desde Junho de 2011, ficarão concluídas em Dezembro de 2014, informou segunda-feira o director da central.

Em declarações à agência noticiosa Angop, David Gomes disse que a empresa canadiana SNC Lavalin, que ganhou a empreitada, está actualmente a trabalhar na substituição dos pilares para eliminar as fissuras e garantir a segurança da barragem.

A central hidroeléctrica da Matala constitui uma das principais infra-estruturas de produção de energia eléctrica de Angola, estando o governo central a despender 249 milhões de dólares nesta obra.

A barragem da Matala funciona com três turbinas, cada uma com capacidade para gerar 13 megawatts, sendo que após as obras em curso, a capacidade de produção aumentará para 100 megawatts. (macauhub)

 


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