27 Março, 2015      23:06 GMT +1 Luanda 27°C
Angola News


Cabo Verde pretende relações económicas e empresariais de excelência com Angola

Enviar por E-mail Versão para impressão

Cabo Verde pretende elevar as relações económicas e empresariais com Angola a um nível de excelência, atendendo às potencialidades económicas do país, disse quarta-feira em Luanda o ministro do Turismo, Energia e Indústria de Cabo Verde, Humberto Brito.

“Atendendo ao elevado potencial de Angola é importante estabelecer parcerias para fortalecer o relacionamento bilateral nos mais variados sectores”, disse o ministro cabo-verdiano, na abertura da 31ª edição da Feira Internacional Luanda (Filda), que decorre até domingo próximo.

Humberto Brito disse que a sua presença na FIL destina-se a mostrar às autoridades angolanas as boas relações existentes entre os dois países e a procurar atrair investimentos angolanos para o seu país, com particular destaque para a ilha do Sal.

O ministro adiantou que Cabo Verde está receptivo a mais investimentos angolanos, a fim de procurar diversificar a economia do arquipélago, actualmente dependente do sector do turismo.

“O sector do turismo representa de forma directa 22% do PIB e indirecta 50%, o que acaba por ter um impacto transversal na economia e na capacidade de prestar serviço e dar resposta a esta indústria que mais cresce no mundo”, disse.

Cabo Verde participa na 31ª edição da Feira Internacional Luanda com 43 empresários, nomeadamente dos ramos de construção civil, farmacêutico e laboratorial. (macauhub/AO/CV)

 

Angola angaria dois mil milhões de dólares para reconstrução nacional

Enviar por E-mail Versão para impressão

20140723O governo de Angola contratou dois bancos angolanos para montarem uma operação financeira destinada a captar 2 mil milhões de dólares para financiar o Programa de Reconstrução Nacional, de acordo com comunicado do Ministério das Finanças.

O comunicado divulgado terça-feira informa que o Banco Angolano de Investimentos (BAI) e Banco de Fomento Angola (BFA) foram contratados para actuarem como “consultores financeiros” na “estruturação, montagem e intermediação” desta operação financeira.

A operação possui uma componente em moeda nacional, no valor equivalente de 1,5 mil milhões de dólares, e prevê, como instrumento preparatório, “a concessão de uma empréstimo de curto prazo neste valor que. na sua maturidade em Junho de 2015, será convertido em Obrigações do Tesouro emitidas especificamente para este fim.”

A segunda componente da operação de financiamento constitui-se num contracto no valor de 500 milhões de dólares, a ser captado em moeda dos Estados Unidos.

Para garantir o financiamento em moeda nacional, os dois bancos, que subscrevem dois terços da operação, vão liderar um sindicato bancário que envolve ainda – para o montante restante – os bancos BIC (14,4%), Totta e Açores (7,17%), Espírito Santo Angola (4,8%), Millennium Angola (3,83%), Privado Atlântico (2,4%) e Comercial Angolano (0,73%).

Ao assumir esta operação, com “taxas de juro mais elevadas” do que as que “poderia encontrar no mercado internacional”, salientou o Ministério das Finanças, “o Tesouro Nacional contribui para que sejam criados instrumentos financeiros locais” utilizando as poupanças dos angolanos. (macauhub/AO)

 

Angola é o terceiro maior mercado financeiro da África a sul do Saara

Enviar por E-mail Versão para impressão

Angola é o terceiro maior mercado financeiro da África a sul do Saara, com activos no montante de 70 mil milhões de dólares, sendo superada apenas pela Nigéria e África do Sul, afirmou terça-feira em Luanda o ministro da Economia, Abraão Gourgel.

O ministro, que falava na cerimónia de abertura da 31ª edição da Feira Internacional de Luanda, salientou que Angola regista elevadas taxas de crescimento anual na ordem de 3% e uma classe média em ascensão, assistindo-se ainda a níveis crescentes de adesão aos serviços financeiros que fazem antecipar uma evolução muito positiva da procura e da economia em geral.

Ainda em relação aos aspectos positivos da economia angolana, Abraão Gourgel sublinhou que Angola conta com uma classe empresarial em rápida evolução e aberta a parcerias com investidores externos, de acordo com a agência noticiosa Angop.

No seu discurso, o titular da economia indicou que a paz permitiu obter para o país os melhores efeitos da subida do preço do petróleo, na primeira década do século XXI, como atesta o Produto Interno Bruto que teve uma progressão de 5,5 vezes entre 2000 e 2007.

O ministro realçou que, mesmo nos anos de crise, Angola registou taxas de crescimento não muito distantes da do crescimento da população do país, tendo, por esta razão, o PIB “per capita” alcançado 6 mil dólares em 2013, valor que situa o país no grupo de economias de rendimento médio, de acordo com a classificação do Banco Mundial.

A Filda é um evento multissectorial de exposição e negócios que junta anualmente, desde 1983, empreendedores nacionais, de África, América, Europa e Ásia para exporem produtos e serviços e estabelecer contactos para possíveis parcerias.(macauhub/AO)

 

Banco Privado Atlântico Europa autorizado a operar na Namíbia

Enviar por E-mail Versão para impressão

O Banco Privado Atlântico Europa, com sede em Portugal e operações em Angola, obteve licença do banco central da Namíbia para operar naquele país, segundo informação da instituição financeira.

A decisão do Banco da Namíbia foi tomada na passada quinta-feira e prevê a concessão, com efeitos imediatos, de uma licença provisória para operação do Banco Privado Atlântico Europa válida por seis meses.

«Após este período, o banco pode pedir um certificado de autorização para o exercício da actividade bancária, desde que cumpra satisfatoriamente os requisitos, antes de começar com as operações bancárias», informou o banco central da Namíbia.

O angolano Banco Privado Atlântico, entidade que é accionista do Banco Comercial Português e detém praticamente metade do capital do Millennium Angola, é maioritariamente controlado pela Global Pactum, Gestão de Activos, uma empresa que tem a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) como accionista de referência.

De acordo com a informação disponível na página electrónica do Banco Privado Atlântico Europa, a instituição é detida a 100% pela Atlântico Europa, SGPS, por sua vez detida pela Global Pactum, Gestão de Activos (89,50%), Banco Privado Atlântico (7%) e Gestão (3,5%). (macauhub/AO/PT)

 

Presidente de Angola pretende maior cooperação entre Sonangol e ENI de Itália

Enviar por E-mail Versão para impressão

20140722Angola pretende reforçar a cooperação entre a petrolífera estatal Sonangol e o grupo italiano ENI visando a construção de uma refinaria e a expansão internacional dos negócios, disse segunda-feira em Luanda o Presidente de Angola.

No final de um encontro em privado que manteve com o primeiro-ministro da Itália, Matteo Renzi, que efectuou uma visita oficial de 24 horas a Angola, José Eduardo dos Santos adiantou que a cooperação pretendida deve ser alargada às infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento do sector petrolífero, como a construção de plataformas, reparação naval e serviços de engenharia, entre outros.

“Produzimos petróleo, queremos também produzir gás e queremos alargar essa cooperação para lá das fronteiras de Angola”, reforçou o Presidente, que disse ser do interesse do Estado angolano que o grupo ENI assuma um maior protagonismo na condução do processo de construção da nova refinaria.

“Nós somos um país que importa quase tudo e, como queremos ir substituindo as importações por produção nacional, esse objectivo abre oportunidades para os empresários italianos que queiram investir em Angola”, referiu ainda José Eduardo dos Santos.

Por seu turno, o primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, manifestou total disponibilidade em trabalhar com o Estado angolano numa parceria conjunta, no domínio do campo energético, envolvendo as empresas petrolíferas ENI e a Sonangol.

Renzi anunciou a ida a Angola, ainda este ano, do vice-ministro italiano para o Desenvolvimento Económico, Carlo Callenda, acompanhado por empresários da Itália, para analisarem as possibilidades de reforçar a cooperação em diversos sectores.

A visita de Matteo Renzi a Angola acontece 40 anos depois do estabelecimento das relações políticas e diplomáticas entre os dois países e tem um pendor empresarial, atendendo a que o primeiro-ministro se fazia acompanhar de uma delegação integrada por 25 empresários. (macauhub/AO)

 


Pág. 98 de 571
pub-angola-p.jpg
MM26
MM9