23 Dezembro, 2014      01:01 GMT +1 Luanda 25°C
Angola News


Empresa Nacional de Seguros de Angola lança seguro de importação de mercadorias

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A Empresa Nacional de Seguros de Angola (ENSA) vai adicionar este ano à sua carteira de produtos o seguro de importação de mercadorias, anunciou segunda-feira em Luanda o presidente da empresa.

Num encontro alusivo ao 36º aniversário da empresa, Manuel Gonçalves disse que a ENSA pretende garantir a qualidade dos produtos que comercializa e adiantou que o seu número e os prémios têm vindo a crescer nos nos últimos anos.

“A ENSA sempre liderou o mercado nacional e temos uma visão estratégica de manter uma boa dinâmica para continuar a melhorar os nossos produtos no mercado nacional”, afirmou, citado pela agência noticiosa Angop.

Manuel Gonçalves adiantou que a empresa dispõe de um plano estratégico até 2017 que passa pelo lançamento de novos produtos e pelo reforço da quota do mercado segurador em Angola.

Fundada a 18 de Fevereiro de 1978, a Empresa Nacional de Seguros de Angola iniciou a sua actividade a 15 de Abril do mesmo ano, contando actualmente com 34 balcões a nível nacional. (macauhub/AO)

 

ANIP de Angola assina contractos de investimento no valor de 92 milhões de dólares

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Contractos de investimento com empresas angolanas e estrangeiras avaliados em 92 milhões de dólares foram terça-feira assinados em Luanda entre representantes das empresas envolvidas e a Agência Nacional de Investimento Privado (ANIP).

De acordo com a presidente da ANIP, Maria Luísa Abrantes, estes novos contractos dizem respeito a empresas interessadas em investir no engarrafamento e distribuição de água mineral, produção de cerveja e de bebidas não-alcoólicas e na produção e distribuição de livros escolares e outros materiais gráficos impressos.

Fazem ainda parte deste lote empresas que vão investir na produção de detergentes líquidos e de vinagre, de artigos de limpeza, sabão e detergentes, comércio de produtos e equipamentos de perfuração para a indústria de petróleo e gás, construção civil e serviços de terraplanagem e arruamentos e de acabamento de interiores.

Maria Luísa Abrantes disse na ocasião que estes novos contractos ajudam à diversificação da estrutura económica de Angola e “são particularmente bem-vindos por que alguns deles irão ser constituídos fora de Luanda.” (macauhub/AO)

 

Sonangol anuncia leilão de blocos de petróleo “on-shore” no norte de Angola

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201400415A empresa de petróleos angolana Sonangol EP anunciou segunda-feira, em Luanda, que o leilão de 10 novos blocos para exploração de petróleo, nas zonas terrestres das bacias do Kwanza e do Baixo Congo, vai realizar-se a 30 de Maio.

Segundo informação divulgada pela sítio da Sonangol as propostas das empresas interessadas devem ser apresentadas até dia 30 de Abril.

Dos 10 blocos que vão a leilão, sete situam-se na bacia do rio  Kwanza e os restantes três na bacia do Baixo Congo.

Os 10 blocos podem vir a representar mais de metade das reservas conhecidas de petróleo de Angola, ou seja, pelo menos 7 mil milhões de barris.

O ministro dos Petróleos angolano, José Maria Botelho de Vasconcelos, disse a semana passada em Luanda que as reservas de Angola são superiores a 12 mil milhões de barris.

Técnicos da Sonangol admitem que, a partir de 2015, já se poderá começar a extrair petróleo dos 10 blocos que vão ser leiloados.(macauhub/AO)

 

Petrolífera francesa Total investe US$ 16 mil milhões na prospecção de petróleo em Angola

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A petrolífera francesa Total vai investir US$ 16 mil milhões em águas ultra-profundas do “off-shore” angolano, anunciou a Sonangol, em comunicado de imprensa

A fonte acrescenta que o dinheiro será aplicado no projecto Kaombo e representa menos quatro mil milhões de dólares  do que o inicialmente previsto.

Com uma capacidade de produção diária prevista de 230 mil barris, a iniciar-se em 2017, o Kaombo está numa área com reservas estimadas em 650 milhões de barris.

O projecto está situado a cerca de 260 quilómetros ao largo de Luanda, numa lâmina de água entre 1.400 e 1.900 metros.

Irá desenvolver seis das 12 descobertas já realizadas no Bloco 32 (Gengibre, Gindungo, Caril, Canela, Mostrada e Louro), que se estendem por 800 quilómetros quadrados, na parte central e sudeste do mesmo Bloco.

O esquema de desenvolvimento do Kaombo inclui 59 poços submarinos ligados, através de uma rede de linhas submarinas de cerca de 300 quilómetros, a duas unidades flutuantes de produção, armazenamento e descarregamento (FPSO), com uma capacidade de produção de 115 mil barris diários cada.

As duas FPSO resultarão da conversão de dois navios de transporte de petróleo (VLCC- Very Large Crude Carrier). O gás associado será exportado para a fábrica de liquefação em terra, a Angola LNG, localizada na cidade do Soyo, na província do Zaire.

A francesa Total é operadora do Bloco 32, no qual detém uma participação de 30 por cento, ao lado da Sonangol Pesquisa & Produção, com idêntica percentagem, a Sonangol Sinopec Internacional (20), a ExxonMobil (15) e a portuguesa Galp (5).(macauhub/AO)

 

Brasil empresta a Angola dois mil milhões de dólares para barragem de Laúca

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O Brasil vai emprestar a Angola dois mil milhões de dólares ( 200 mil milhões de Kwanzas) para financiar exportações brasileiras de bens e serviços para a execução das obras do aproveitamento hidroeléctrico de Laúca e para a construção da barragem de Laúca, de acordo com um decreto presidencial publicado em Luanda.

O financiamento surge na sequência de um protocolo entre os dois países aprovado pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos e a ser assinado pelo Ministro das Finanças de Angola.

O empréstimo, classificado como adicional, não refere pormenores sabendo-se apenas que se destina ao aproveitamento hidroeléctrico de Laúca, na província do Kwanza-Norte, que está a ser construido pela empresa brasileira Odebrecht.

A barragem de Laúca é o maior projecto hidroeléctrico de Angola, tendo um custo estimado em 3700 milhões de dólares.

Quando entrar em funcionamento o aproveitamento hidroeléctrico de Laúca terá capacidade para fornecer energia a 750 mil pessoas.

Com uma capacidade de produção prevista de 2067 megawatts de energia, o aproveitamento hidroeléctrico de Laúca servirá para regular o restante caudal do rio Cuanza, no qual está prevista a construção das barragens Caculo-Cabassa, Túmulo do Caçador, Zenza I e Zenza II.

A barragem de Capanda, construída a montante de Laúca, permitirá regular os caudais para este aproveitamento hidroeléctrico em construção.(macauhub/AO/BR)

 


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