17 Abril, 2014      01:51 GMT +1 Luanda 25°C
Angola News


Angola prevê duplicar PIB para 240 mil milhões de dólares até 2024

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Angola prevê duplicar o Produto Interno Bruto (PIB) até 2024, actualmente de 120 mil milhões de dólares, foi segunda-feira anunciado em Luanda durante o lançamento de um estudo sobre a competitividade empresarial angolana.

A meta está fixada no estudo “Empreender, Diversificar e Competir”, primeiro de uma série de trabalhos sobre informação empresarial que o Instituto do Fomento Empresarial (IFE) se propõe lançar semestralmente.

“Angola precisou de apenas 10 anos após o final da guerra civil, em 2002, para triplicar o seu rendimento ‘per capita” destaca-se no estudo, citado pela agência noticiosa portuguesa Lusa.

No final do século XX, a Coreia do Sul, a China e a Índia necessitaram, respectivamente, de 10, 12 e 16 anos, para conseguirem duplicar o seu rendimento “per capita”, assinala-se no estudo.

Apresentado por Óscar Rodrigues, administrador do IFE, o estudo agrega informações e dados sobre a competitividade empresarial angolana e de incentivo ao crescimento económico, que se destinam a empresários, investidores e gestores de informação e conhecimento.

O documento destaca que Angola integra actualmente uma reduzida lista de 20 países africanos classificados, pelo Banco Mundial, como tendo “rendimento médio”, a par da África do Sul e da Nigéria.

“A confirmarem-se as estimativas do governo relativamente à taxa de crescimento económico do país, a rondar 7% ao ano, em 2024 o PIB será de 240 mil milhões de dólares, mais do dobro do rendimento actual”, acentua-se no estudo.

O IFE é tutelado pelo Ministério da Economia e destina-se a apoiar as empresas e grupos empresariais de Angola com volume de negócios a partir de 10 milhões de dólares e com mais de 200 trabalhadores. (macauhub)

 

30ª edição da Feira Internacional de Luanda, Angola, com número recorde de expositores

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20130722

A 30ª edição da Feira Internacional de Luanda (Filda) 2013 encerrou domingo com um registo recorde de empresas participantes, mais de mil, sendo um instrumento de promoção e captação de investimentos e de divulgação do ambiente macroeconómico de Angola.

À semelhança dos três últimos anos, a feira que decorreu de 16 a 21 de Julho corrente, encerrou com um indicador de satisfação dos expositores de cerca de 90%, de acordo com dados fornecidos pela organização, a empresa Feira Internacional de Luanda (FIL) e citados pela agência noticiosa angolana Angop.

A par dos já habituais contactos de negócios, estabelecimento de parcerias e troca de impressões entre expositores e visitantes, a 30ª edição da Filda destacou-se pela taxa elevada de ocupação de espaços, o que exigiu a colocação de uma tenda com uma área 400 metros quadrados para complementar os actuais seis pavilhões existentes.

A par do dia dos petróleos, o certame celebrou, igualmente, os dias de Portugal, do Brasil, da Alemanha, China, Turquia e da operadora de telefonia móvel Unitel.

Contrariamente ao primeiro e segundo dias, em que o movimento foi diminuto, a Feira Internacional de Luanda registou de quinta-feira a domingo uma afluência acima das expectativas da organização e expositores.

A empresa Porto de Luanda destacou-se como um dos melhores expositores da 30ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), ao conseguir três dos 15 troféus em disputa no certame.

A empresa portuária conseguiu os troféus “Leão de Ouro” nas categorias de “Melhor Participação e Equipamentos”, “Melhor Participação Entidades e Empresas Públicas” e “Melhor Participação Filda 2013”, um feito inédito desde o início do evento. (macauhub)

 

Deputados de Angola autorizam governo a legislar sobre concessão de blocos para exploração petrolífera

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20130719O parlamento de Angola aprovou quinta-feira o pedido de autorização legislativa para que o governo possa legislar sobre a definição das bases gerais estratégicas para a licitação de blocos petrolíferos nas zonas terrestres das bacias do Cuanza e do Baixo Congo.

O documento, aprovado com 124 votos a favor, oito contra e 29 abstenções, foi apresentado pelo ministro dos Petróleos, Botelho de Vasconcelos, de acordo com a agência noticiosa angolana Angop.

Na apresentação do documento, o ministro dos Petróleos disse que a licitação de novos blocos petrolíferos em terra foi precedida pela divisão de 10 blocos petrolíferos na zona terrestre da bacia do Baixo Congo, e 23 blocos na bacia do Cuanza, processos antes submetidos à apreciação do Conselho de Ministros, que orientou a elaboração de estratégias para a sua concessão, para acautelar conflitos sociais e ambientais.

Segundo o ministro, a licitação desses blocos visa a “maximização das reservas para o aumento da produção de petróleo, sem descurar o alcance primário e fundamental, que é promover a inserção dos empresários angolanos no sector petrolífero, através de concurso público”.

Atrair o investimento nacional e internacional e novos participantes para a indústria petrolífera em Angola, de forma a aumentar as receitas do Estado, o emprego e a formação de trabalhadores nacionais fazem igualmente parte da estratégia governamental, referiu Botelho de Vasconcelos.

“Assim sendo, no âmbito da meta de produção que Angola se propôs a alcançar para os próximos anos, a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), pretende dar início a um processo de licitação de 15 blocos petrolíferos em zonas terrestres”, salientou o ministro. (macauhub)

 

Sector mineiro em Angola com maior impacto social do que o petrolífero

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20130718

O sector mineiro de Angola, com todo o seu potencial, pode vir a ultrapassar, em termos de impacto social, o sector petrolífero, disse quarta-feira em Luanda o ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz.

No final do encontro que manteve com o ministro português da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, o ministro angolano disse ainda que, contrariamente ao sector petrolífero, que é mais de capital intensivo, o sector mineiro gera muitos postos de trabalho, daí um maior impacto social.

Em termos financeiros, prosseguiu o ministro, a contribuição para o Produto Interno Bruto do sector mineiro deverá vir a assemelhar-se à do sector petrolífero, podendo mesmo vir a ser superior.

“Angola é um acidente geológico que tem muitas ocorrências mineiras cuja localização é ainda desconhecida mas o país tem praticamente todo o tipo de minerais” disse o ministro, citado pela agência noticiosa angolana Angop.

Dirigindo-se a Álvaro Santos Pereira, Francisco Queiroz salientou que a administração portuguesa possui muita informação geológica que interessa ao governo angolano e que neste momento se encontra nos centros de investigação geológica de Portugal.

Dizendo já haver suficiente tradição mineira em Angola para se encarar a possibilidade de empresários angolanos do sector mineiro investirem em Portugal, o ministro angolano disse que o governo angolano pretende cooperar com o português a fim de recuperar muita da informação geológica que se encontra em Portugal.

No encontro, disse Francisco Queiroz, foram igualmente abordados aspectos ligados à formação, um dos grandes desafios do sector, e Angola vai aproveitar o potencial que Portugal tem em termos de escolas, institutos e universidades para formar geólogos e outros técnicos. (macauhub)

 

Governo de Angola vai construir fábrica de descaroçamento e fiação de algodão na província de Malange

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O Ministério da Indústria de Angola vai construir uma fábrica de descaroçamento e fiação de algodão na província de Malange, disse quarta-feira o director provincial da Indústria, Geologia e Minas, Luís Monteiro.

No decurso de uma visita do governador provincial, Norberto dos Santos, à antiga Fábrica de Óleo de Algodão da Uphoka, o director provincial disse ainda que a fábrica terá capacidade para processar e transformar centenas de toneladas de algodão por dia.

A fábrica será construída no município de Malange, estando o Instituto de Desenvolvimento Industrial de Angola a realizar estudos para o início dos trabalhos de construção.

A cultura de algodão foi introduzida na província de Malanje em 1947, quando a Companhia Geral de Algodão de Angola (Cotonang), um consórcio luso-belga criado em 1926, obteve uma concessão na zona a leste e a oeste de Malange cobrindo cerca de 80 mil quilómetros quadrados para a produção de algodão. (macauhub)

 


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