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Angola News


Maersk Oil pretende reduzir participação em bloco petrolífero em Angola

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20140912

A Maersk Oil, uma subsidiária do grupo A.P. Moller-Maersk A/S da Dinamarca, pretende vender uma parcela da sua participação no projecto de águas profundas Chissonga em Angola, noticiou o jornal dinamarquês Jyllands Posten.

Chissonga fica localizado no mar a uma profundidade de 1500 metros, sendo que a Maersk Oil detém uma participação de 65% no bloco onde o projecto foi descoberto em 2009 com reservas estimadas em 100 milhões de barris.

“Temos uma participação elevada no bloco sendo natural que pretendamos reduzi-la a prazo”, disse o presidente executivo do grupo A.P. Moller-Maersk, Nils Andersen, no decurso de uma conferência com analistas para apresentação dos resultados do segundo trimestre.

Andersen garantiu que o grupo continua empenhado no desenvolvimento do projecto Chissonga mas acrescentou que sendo a participação do grupo elevada “iremos colocar a hipótese de a reduzir quando o projecto estiver mais avançado e quando chegar o momento oportuno.”

O jornal dinamarquês Jyllands Posten não mencionou qual a parcela dos 65% pretende o grupo A.P. Moller-Maersk colocar à venda, de acordo com a agência financeira Reuters. (macauhub/AO)

 

Retalhistas da África do Sul associam-se para abrir supermercado em Cabinda, Angola

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O grupo Spar South Africa associou-se ao grupo Webcor, com uma grande presença em África, para inaugurar a sua primeira loja em Cabinda, norte de Angola, noticiou a imprensa sul-africana.

O supermercado, com uma área construída de 2700 metros quadrados, oferece os serviços habituais neste tipo de estabelecimento, como padaria, pronto a comer e talho, além de electrodomésticos e um pastelaria/restaurante.

O sistema de pagamentos foi encomendado à empresa igualmente sul-africana Arch Retail Systems, que estabeleceu um acordo para fornecer as suas soluções informáticas no ambicioso processo de crescimento do Spar South Africa em Angola.

A solução “Arch In-store” está já a funcionar no Mercado Kamba, em Viana, Luanda, sendo a marca Kamba a designação dada à cadeia de pequenos supermercados do grupo Webcor. (macauhub/AO)

 

Produção petrolífera de Angola em recuperação

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A produção de petróleo em Angola está a recuperar com a entrada em funcionamento de alguns campos e o início de actividade do projecto Clov (Cravo, Lírio, Orquídea e Violeta) no bloco 17, afirmou quinta-feira em Luanda o ministro dos Petróleos.

Botelho de Vasconcelos assegurou que, com esta retoma e com o aumento da produção, o governo mantém a meta de atingir uma produção diária de mais de dois milhões de barris de petróleo a partir de 2015, de acordo com o Jornal de Angola.

Ao abrir um seminário sobre petróleo e gás organizado pela Associação Internacional dos Produtores de Petróleo e Gás, o ministro lembrou que as perspectivas para a exploração e produção de petróleo e gás em Angola são “positivas e animadoras”, tendo em conta a previsão do aumento dos investimentos em exploração, desenvolvimento e produção em áreas tradicionais, mas sobretudo no pré-sal.

Devido à redução da produção do petróleo registada no primeiro semestre, como consequência da paralisação de alguns campos petrolíferos, as reservas internacionais angolanas voltaram a descer em Julho, pelo quarto mês consecutivo, para 28,6 mil milhões de dólares contra 29,5 mil milhões de dólares contabilizados em Junho do corrente ano, de acordo com dados do Banco Nacional de Angola.

O projecto CLOV prevê atingir uma produção uma diária de 160 mil barris “ao longo dos próximos meses”, através de quatro campos petrolíferos, em águas profundas entre 1100 e 1400 metros, na bacia do Baixo Congo.

Com reservas estimadas em mais de 500 milhões de barris, trata-se de uma produção com potencial para 20 anos e engloba 34 poços e oito colectores ligados por 180 quilómetros de tubagens submarinas a uma unidade flutuante de produção.

A Total, com uma participação de 40%, funciona como operadora, tendo como parceiros a Statoil ASA com 23,33%, a Esso Exploration Angola (Block 17) com 20% e a BP PLC com 16,67%. (macauhub/AO)

 

Angola prevê receber 4,7 milhões de turistas em 2020

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Angola prevê receber 4,7 milhões de turistas em 2020, de acordo com uma previsão anunciada quinta-feira em Lisboa pelo director do Instituto de Fomento Turístico de Angola (Infotur), Eugénio Clemente, citado pela agência noticiosa Angop.

Num encontro destinado a sensibilizar os agentes portugueses para a terceira edição da Bolsa Internacional de Turismo de Angola “Bitur-Okavango”, Eugénio Clemente apontou “o património cultural, desporto, sol, mar e a natureza como componentes fundamentais para as economias de escala e investimento no sector turístico em Angola.”

A terceira edição da Feira Internacional de Turismo de Angola, designada Okavango, realiza-se de 9 a 12 de Outubro próximo, em Luanda, sob o lema “Uma realidade, um desafio, uma oportunidade, uma fonte de receitas e de emprego.”

A Bolsa Internacional de Turismo de Angola “Bitur-Okavango-2014” visa estimular o turismo interno e a captação de parcerias internacionais, bem como o fomento da oferta turística e hoteleira, a dinamização de agências de viagens e a promoção de riquezas naturais.

A feira, promovida pelo Ministério de Hotelaria e Turismo, vai contar com a participação de empresas nacionais e internacionais, nomeadamente companhias aéreas, agências de viagens e turismo, empreendimentos turísticos e hoteleiros.

A directora da Feira Internacional de Luanda (FIL), Suzana Gomes, presente no encontro, destacou o facto de 44% dos 1,5 milhões de turistas estrangeiros que visitaram Angola em 2013 ter chegado da Europa, sobretudo de Portugal.

Salientou também que entre 2012 e 2013 Angola foi o quinto país com maior peso em Portugal, em termos turísticos, depois da França, Reino Unido, Alemanha e Espanha. (macauhub/AO/PT)

 

Reconstrução de mini-hídrica na província do Bié, Angola, quase pronta

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20140911As obras de reconstrução da mini-hídrica no município de Camacupa, na província do Bié, iniciadas em Abril passado entraram na fase de reparação e ampliação da albufeira, informou Nelson Rodrigues, engenheiro da empresa de construção civil CME Angola.

O engenheiro da CME Angola, empresa do grupo português ProCME, disse ainda à agência noticiosa Angop que em simultâneo estão a ser construídas as linhas de transporte de energia de baixa e média tensão.

Antes de ser destruída durante a guerra civil, a mini-hídrica tinha uma capacidade de produção de 1,3 megawatts que, após os trabalhos em curso, será aumentada para 2 megawatts.

O projecto, além da reconstrução da rede de transporte e distribuição de média e baixa tensão de Camacupa, também engloba as ligações domiciliares e iluminação pública, entre outros serviços necessários.

A reconstrução desta mini-hídrica e rede de distribuição associada, com um custo estimado em 20 milhões de dólares, representará um ganho uma vez que irá diminuir os custos na aquisição de combustíveis e manutenção de geradores tanto públicos como privados. (macauhub/AO)

 


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